¿Qué es topología?
Calidad, no cantidad !
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"Pensamos que es en el camino de "obtener el
modelo de la formalización matemática", iniciado
ya por J. Lacan en el Seminario "La Lógica del
Fantasma", en su intento de dar cuenta de la
inconsistencia del Otro y del límite en la
estructura y en la vía por otra parte, de que el
psicoanálisis sea digno de la ciencia, que Lacan
recurre a la teoría topológica de los nudos, como
una nueva vía de escribir ese " borde " de lo real
que como plantea en el Seminario "Aún ", sólo
puede ser abordado por vía de demostración.
Debemos remarcar también la importancia de su
planteo en relación a que el nudo borromeo es la
representación más eminente del Uno, en cuanto no
encierra más que un agujero. A través del nudo
borromeo pretende dar cuenta también, de una
regulación del goce, y su articulación, así como
también de la cuestión de la nominación, al
síntoma.
Trataremos de pensar centralmente a partir de las
propiedades del nudo borromeo, la experiencia
analítica tal como lacan la aborda a partir de lo
simbólico vaciándola de las formaciones
imaginarias y como podemos dar cuenta del modo en
que operamos y así, como dice J. Lacan en "L´étourdit
" poder " ...dar cuenta de los cortes que hacen
que modifiquen la estructura con la que (un sujeto
) se encuentra y acoge en el origen ".
Jean-Michel Vappereau
Presidente de Topología en extensión (TEE), una
sociedad de analista de París.
E falso dizer que "a topologia seja a
psicanálise" e é falso dizer que "a
topologia não seja a psicanálise."
Essa frase já é topológica!
Psicoanalista francés, perteneciente a dos
Instituciones de París: La escuela Sigmund Freud y
Topología en Extensión. Cuenta actualmente con un
gran reconocimiento en el contexto del
psicoanálisis mundial, donde su obra y sus
aportes, ligados a la topología, han ganado un
eminente lugar.
Autor de
libros traducidos al Español
:
una práctica de esos elementos de la topología más
próxima al texto y aprender a leer y escribir, en
la estructura, las construcciones de Freud y de
Lacan.
Topologia
clínica
Henry Krutzen*
Vappereau acrescenta que a psicanálise foi
inventada por Freud: é uma prática que se apoia
sobre um método e que produz um discurso.
O método consiste em comparar duas versões de um
mesmo texto. É isso que Champollion fez,
decifrando os hieróglifos.
A hipótese é que nosso aparelho psíquico seja
elaborado por uma série de traduções, de
transcrições, de transliterações.
Para usar este método, é preciso ter várias
versões do texto estudado. Mas a psicanálise se
aplica somente no sujeito falante que prove, ele
mesmo, num discurso próprio, as versões diferentes
de um mesmo texto.
"A psicanálise só se aplica, em sentido próprio,
como tratamento, e portanto, a um sujeito que fala
e que ouve. Fora desse caso, só pode tratar-se de
método psicanalítico, aquele que procede à
decifração dos significantes, sem considerar
nenhuma forma de existência pressuposta do
significado." ...
.../...
A
topologia é o que se desdobra no ser falante logo
que existe fala. A fala que nos interessa é a fala
que se desenvolve no tratamento analítico.
A regra fundamental – dizer tudo que passa pela
cabeça sem omitir nada - produz uma passagem à
continuidade entre o discurso corrente e o
monólogo interior pela instauração da
transferência e o investimento do lugar da verdade.
As implicações de superfície dessa operação -
produzida pela colocação da própria regra
fundamental - não estão visíveis - audíveis - até
que um certo percurso subjetivo tiver sido, o que
necessita uma orientação.
Encontramos duas vezes: "Vamos começar tudo de
novo".
Dois cortes - fronteiras - vão definir três
lugares, três acessos à questão (Lavendhomme -
Vappereau / Lacan - nós). Há três, porque mudamos
de posição para olhá-los, voltando para trás.
Antes, estávamos dentro da situação, explicando as
várias entradas à topologia, mexendo de uma para a
outra sem dificuldade. Só colocamos dois sinais,
dois "vamos começar tudo de novo" para marcar as
passagens das fronteiras.
Naturalmente fizemos isso neste texto, sabendo que
ele vai ser lido, o que é diferente de um
seminário ou de uma palestra, onde a fala coloca
em evidência a distância entre o dizer e o dito.
"Começar tudo de novo" não é possível; não é tudo
porque já existe o lido em relação ao que sobra a
ler.
O real, o simbólico e o imaginário: definir os
três juntos na fala é impossível - real. É preciso
tomá-los um por um e desenvolver a parte deles. Já
é um primeiro acesso na questão do tempo - lógico.
Mas de "longe", do espaço - onde nós, astronautas,
vemos a estrutura e seu vácuo central - a gente
está separado, dentro da cápsula espacial, fora do
próprio processo, mas capazes de analisá-lo -
metalinguagem. A metalinguagem existe. Ela se
coloca na questão do dito. E se repete. No nível
do dito, só há metalinguagem, muitas
metalinguagens.
Mas isso não é suficiente, porque o dizer nos
coloca dentro da estrutura sem nenhuma esperança
de controlá-la. E não podemos sair deste entre-dois
onde, dentro do próprio dizer, estamos dizendo -
de um discurso - colocando um lugar de produção.
Então aí, não há metalinguagem e isso mesmo quando
estamos explicando a estrutura do dizer ou da
topologia. Essa dimensão é também a dimensão do
corpo em ato, exatamente como o desportista não
pensa em seu corpo enquanto ele está correndo,
nadando,... O próprio texto fugiu no movimento de
sua própria elucidação ao mesmo tempo que a
metalinguagem, produzida para explicá-la, está
tentando recapturar o que já - e para sempre - é
perdido.
O vaivém entre as duas posições, a colocação
incômoda entre as duas faces é estrutural.
Impossível sair da metalinguagem que não
existe...! Os astronautas devem voltar para a
terra antes de sair de novo para o espaço, ou a
formiga passeando na superfície de um toro não
pode saber nada do furo que sua amiga, astronauta,
já conhece. A diferença é que o ser falante se
coloca nos dois lugares ao mesmo tempo; ele tem -
não é - um corpo e pode escrever.
MODULACIONES TEMPORALES DEL GOCE
Estela Paskvan
La
topología es la estructura
Casi diez años
antes, Lacan ya había comenzado a usar objetos
topológicos a fin de considerar nociones como
"sujeto", "deseo", "demanda", "objeto",
"fantasma". Ello revela el esfuerzo por encontrar
esas dimensiones del espacio y el tiempo que
requiere el discurso analítico. Freud ya lo
señalaba, el inconsciente necesita otras
categorías que las kantianas.
En el primer capítulo del Seminario XX, Lacan
plantea directamente la problemática que abordará,
el goce sexual que objeta la pretensión unificante
del amor. El goce de los cuerpos está marcado por
la imposibilidad de establecer una relación entre
los sexos, "de ellos" como dice Lacan jugando con
la homofonía de la lengua francesa. Uno y Otro,
no hacen "dos". De allí que califique de necedad
la idea de un "segundo sexo"aludiendo al texto de
Simone de Beauvoir. El Otro es alteridad, es "hétero",
y así el "dos" se revela inaccesible.
Lacan escribía que la topología es la estructura
y también precisaba que es aesférica. Si bien se
refería a la "articulación lenguajera", a las
vueltas de los dichos y al real del decir que les
"ex–siste", otra vez recurrirá a esa topología
aesférica para dar cuenta del goce sexual. El goce
del Otro, de un sexo como Otro, introduce una
falla que afecta la ilusión totalizante de la
esfera. Como veremos, en materia de goce sexual,
el mito se transforma en paradoja, la "media
naranja" se convierte en la tortuga inalcanzable.
Aquiles y la tortuga.